Para todos os amantes da música, os festivais sempre foram marcos responsáveis pela conexão de todos os nichos amantes da mesma composição harmônica. O Rock in Rio, por onde já passaram artistas como Ozzy, AC/DC e Queen agora recebe artistas não muito tradicionais ao seu genêro, que carrega no nome. Neste ano , o evento, que por muitas vezes foi chamado de Woodstock brasileiro, resolveu optar por uma outra linha que para muitos afundou o posicionamento do festival em um mar de contradições.
A programação deste ano contará com artistas do mundo Pop como Shakira, Elton John, Rihanna e Claudia Leite, o que frustrou muito dos adeptos das roupas pretas, faca na caveira e cabelos longos. Outra questão que desvirtuou o Rock in Rio de suas origens ocorreu em 2006, quando o evento migrou para o nosso velho amigo colonizador Portugal.
Do velho Rock'n Roll ao novo Pop, da praia de Copacabana aos ares europeus, a nova contradição é a que mais surpreende a redação da Hempada. Isso porque o festival levantou uma pitoresca e curiosa campanha "Rock'n Rio – Eu vou sem drogas".
Ao tratar da temática das drogas de forma generalista a organização abriu um espaço para um mar de crítica que logo apontaram para algumas contradições da campanha. A maior delas está justamente na lista de patrocinadores do evento, que leva o nome de uma marca de cerveja. Ai logo surge a pergunta que até o momento não foi respondida: Cerveja não é droga?




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eu vou SUPER ficar em casa!! hahaha
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